Regina Shudo

Professora

Atuando há 32 anos na área educacional, foi professora, coordenadora e diretora em instituições de ensino. Atuou com a Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Superior. Atualmente dedica-se a contribuir com a formação do professor, ministrando cursos e palestras. É autora da Coleção Brincar e Pensar, coleção de livro destinados às crianças e Diretora Pedagógica da Empresa Avaliar Mais Educacional em Curitiba. ÁREAS DE ATUAÇÃO: • Formação continuada dos educadores da Educação Infantil e Séries Iniciais; • Educação Infantil; • Alfabetização e Letramento; • Proposta Pedagógica; • Gestão da Sala de Aula • Consultoria para área pública: Educação infantil e séries iniciais; • Apoio e orientações na reconstrução e elaboração de Programas Curriculares da Educação Infantil e Séries Iniciais.

Projeto Para Estudos Sobre a Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil
O projeto consiste em 5 encontros para estudo e aprofundamento sobre o currículo da Educação Infantil e a construção de um programa curricular tendo como subsídio a Base Nacional Comum Curricular. 1º ENCONTRO – A CRIANÇA COMO PROTAGONISTA DA EDUCAÇÃO INFANTIL • Reflexão e estudo sobre a definição de currículo para a Educação Infantil. • Estudo e orientações sobre as dimensões do brincar e do explorar, consideradas indispensáveis à formação das crianças. • A criança como protagonista da Educação Infantil. • Reflexão sobre os Direitos de aprendizagem e o impacto nas práticas educativas. 2º ENCONTRO – A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR • Orientação para a construção e elaboração dos currículos nos municípios brasileiros. Como, quando e o que organizar para a construção de um programa curricular pautado na BNCC. • Análise sobre a construção de um currículo por meio de campos de experiências e não mais sobre áreas curriculares. 3º ENCONTRO – A CONSTRUÇÃO DE UM PROGRAMA CURRICULAR DE ACORDO COM A BNCC • Reflexões sobre os campos de experiência no contexto da educação infantil: • Suas contribuições para pensar o processo de construção de conhecimentos; • Processo educativo que considere as trocas entre as crianças e entre adultos e crianças; • Buscar contribuir para um processo educativo que tem na criança a sua centralidade. • Expectativas de Aprendizagens para cada campo de experiência 4º ENCONTRO – A INTERAÇÃO E A BRINCADEIRA COMO EIXO ESTRUTURANTE DA BNCC DA EDUCAÇÃO INFANTIL • Diretrizes Curriculares Nacionais • Direito do Brincar • O que é interação e suas relações. • Por que esses eixos são estruturantes? 5º ENCONTRO – AS PRÁTICAS EDUCATIVAS E A BASE NACIONAL • Desenvolvimento de práticas de acordo com os campos de experiência. • Experiências de Aprendizagens dentro da perspectiva de projetos.
Educação Infantil: Os Desafios da Universalização
• A função da educação infantil; • Reflexão sobre as políticas públicas voltadas para a infância; • Concepção de infância; • A transição entre cuidar e educar; • A articulação das Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil e as práticas educativas.
Brincadeira e Interação como Eixos Fundamentais da Educação Infantil
• O desenvolvimento e a aprendizagem na infância; • A interação na perspectiva sócio interacionista; • Por que brincar? Como? Quando? A brincadeira como foco das práticas educativas.
Desenvolvimento das Crianças de 0 a 3 anos
• Desenvolvimento das crianças, características de cada faixa etária; • Competências e habilidades que devemos desenvolver nos adultos que atuam com as crianças da primeira infância; • Desenvolvimento neuronal das crianças de 0 a 3 anos; • Práticas educativas estimulantes.
O Perfil do Profissional de Educação Infantil
• As especificidades da Educação Infantil; • A formação dos profissionais de Educação Infantil; • Os profissionais que atuam com crianças de 0 a 3 anos.
A Importância do Brincar na Educação Infantil
• A importância do brincar; • O brincar com e por meio das linguagens; • As possibilidades pedagógicas do brincar na sala de aula; • O jogo e as brincadeiras tradicionais; • A organização das práticas educativas por meio do brincar; • A contribuição do brincar no desenvolvimento e aprendizagem das crianças de 0 a 6 anos.
Reconstruindo e Reinventando Tempos e Espaços na Educação Infantil
• Os espaços educativos promovendo a aprendizagem; • A organização do tempo e do espaço; • As áreas curriculares e os principais blocos de conteúdo; • Recheando e colorindo os espaços educativos.
Planejamento das Ações Educativas na Educação Infantil
• Como planejar as práticas educativas, projeto educativo; • A rotina da creche; • Atividades permanentes; • Sequência didática.
Avaliação na Educação Infantil: Observação e Intervenção Pedagógica
• Refletir sobre a importância da avaliação na educação infantil; • Refletir sobre o olhar ampliado dos educadores com a função de intervir pedagogicamente; • Refletir sobre a prática da avaliação processual com finalidade pedagógica; • Comentar e analisar os instrumentos de avaliação; • Orientar o como observar e como intervir no desenvolvimento e aprendizagem das crianças de 0 a 5 anos.
Aproximação da Família na Escola – Um Vínculo Necessário
• Análise sobre as diversas composições familiares; • A função da escola e da família; • A importância da relação entre a escola e a família; • Projetos para a aproximação dos familiares das crianças na escola infantil.
A Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil: Uma Reflexão Necessária
• O que é a BNCC? • Qual o impacto da BNCC na Educação Infantil? • Os direitos de aprendizagem na educação infantil. • Os campos de experiências e as expectativas de aprendizagem.
A Exploração do Meio Natural na Educação Infantil: Despertando a Curiosidade da Criança
• Como despertar mais a curiosidade das crianças; • Fazendo experiências com as crianças; • Despertando a iniciação científica; • Resolução de problemas e as perguntas instigantes.
O Vínculo Afetivo na Primeira Infância: Interação Professor-criança, Família-criança, Criança-criança
• A importância do vínculo afetivo dos adultos com a criança; • As emoções e a auto regulação; • A inteligência social; • Agressividade da criança na educação infantil.
A Base Nacional Comum Curricular da Educação Infantil: Uma Reflexão Necessária!
• O que é a BNCC? • Qual o impacto da BNCC na Educação Infantil? • Os direitos de aprendizagem na educação infantil; • Os campos de experiências e as expectativas de aprendizagem.
Itinerários Possíveis para Implementação de Melhorias na Qualidade Social da Educação
Nós sabemos da urgência e prioridade de investimentos para a educação pública de qualidade, sabemos que o desenvolvimento de um município e de uma nação, está diretamente ligado à educação, mas, é preciso repetir, falar em voz alta, para que a sociedade civil e parlamentares valorizem a educação. Num país em que a metade da população vive em regiões sem coleta de esgotos e que a diferença de aproveitamento escolar entre crianças que têm e não têm acesso ao saneamento básico é de 18%, até quando podemos esperar pela aprovação? Para melhorar a educação do Brasil, diversas ações tem sido realizadas por cada canto desse país, com a Emenda Constitucional Nº 59/2009 a educação básica passando a ser obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, significa que todas as crianças de 4 e 5 anos tem direito a educação infantil, e sabemos que um ensino infantil de qualidade pode aumentar a eficiência escolar e reduzir a desigualdade social. A primeira meta do PNE: Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta da Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos. Essa tarefa os municípios estão realizando, caminhando em busca do atendimento, mas, é preciso um olhar atento da sociedade para essa oferta de vagas, pois os pais poderiam ter a escolha de educar e cuidar seus filhos até os seis anos em casa ou não, mas, se o governo define como meta a universalização da educação infantil é preciso recordar que isso exigirá boas condições para receberem a criança, garantindo qualidade educacional, com espaços bem estruturados, professores bem preparados e remunerados adequadamente, aproximação e envolvimento da família com a escola, um bom currículo, entre tantos outros fatores que compõem o universo infantil. Estudo recente desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas e da Organização das Nações Unidas, apontam que se a creche não for de qualidade, o desempenho dos estudantes pode ser, inclusive, pior do que o alcançado por alunos que não frequentaram essas unidades. Nas metas do PNE, há outras que merecem nossa atenção, as metas que direta ou indiretamente apoiam os investimentos e revisão na formação inicial e continuada dos educadores, bem como a valorização docente. Um dos maiores estudos no país sobre currículos das licenciaturas foi feito recentemente pelas fundações Victor Civita e Carlos Chagas e a pesquisa aponta que é preciso que os cursos de licenciatura do país revisem seus currículos para que os acadêmicos que serão professores possam estudar mais sobre a prática da sala de aula, a pesquisa apontou que nos cursos de licenciatura do país que formam professores de português e de ciências, a carga horária voltada à docência fica em 10%. Pode? É preciso sem dúvida da teoria, mas, é preciso a prática e isso, ocorre ainda em cursos presenciais e quando os professores se formam com cursos a distância? Aqui apenas tentei elucidar algumas questões para refletirmos e buscarmos ações eficientes para superamos as desigualdades educacionais, sociais, culturais. Vamos juntos desejar e tomar nas mãos a conquista da aprovação das metas e depois as ações em busca da melhoria da educação pública! Nosso olhar, nossa atitude focada no que realmente importa: educar para que crianças e jovens possam construir um bom projeto de vida.
A Formação de Leitores Competentes: Um Caminho Possível para Melhorar o Desempenho Escolar
A intenção de todas as escolas é de que seus alunos possam melhorar o desempenho escolar, portanto, todos os esforços dos gestores, educadores, devem visar a qualidade educacional, buscando caminhos possíveis para promover um melhor aprendizado dos alunos. Nesse encontro apresentamos situações reflexivas e práticas sobre a importância da formação de leitores competentes nas escolas do Ensino Fundamental para que possam obter melhor desempenho escolar, seja nas avaliações nacionais, como para garantir o direito de aprender. Sabemos que o Brasil tem avançado na educação, mas, é preciso não descuidar do processo ensino aprendizagem, do aluno que está na sala de aula e que tem direito a aprender. Todos os esforços da sociedade, dos gestores, educadores, devem ser para que não saia nenhuma criança ou jovem da escola, sem que tenham de fato tenham aprendido a ler, escrever, compreender um texto e raciocinar logicamente. Apesar da média nacional ter elevado, ainda encontramos alunos com dificuldades na leitura e escrita. Segundo Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2009, um em cada cinco brasileiros (20,3%) é analfabeto funcional, de acordo com a pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). É considerada analfabeta funcional a pessoa com 15 ou mais anos de idade e com menos de quatro anos de estudo completo. Em geral, ele lê e escreve frases simples, mas não consegue, por exemplo, interpretar textos. Sabemos que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que quase a totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. A educação brasileira ainda apresenta dificuldades, seja no âmbito escolar, administrativo, na falta de investimentos na formação dos professores, etc. É preciso então, unir esforços de todos os educadores comprometidos com a qualidade educacional das escolas, para contribuir não somente com o compromisso do município em elevar seus índices, mas, efetivamente em proporcionar aos alunos novos itinerários, que frequentem a escola e que de fato aprendam.
A Gestão da Sala de Aula: Alunos Mais Aprendentes
• Refletindo sobre a situação da Educação Brasileira; • Condições externas para garantir o sucesso escolar; • As principais competências e habilidades que precisam ser desenvolvidas nos alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental; • A gestão da sala de aula.
Como Promover a Aprendizagem e Melhorar o Desempenho Escolar
• Breve análise sobre os resultados das avaliações nacionais e internacionais e os impactos na educação brasileira; • Itinerários possíveis para elevar o IDEB: os indicadores de qualidade social da educação; • Ler e Escrever como compromisso de todas as áreas e todos os níveis de conhecimento; • A aprendizagem dos alunos como foco da educação.
A Linguagem Oral e a Aproximação da Linguagem Escrita na Educação Infantil – Povoando a Mente Infantil com a Inserção de Contos, Músicas e Brincadeiras!
• O desenvolvimento da linguagem oral na infância; • Explorar os eixos linguagem oral e escrita; • Apresentar situações de práticas educativas para explorar a linguagem oral; • Orientar o trabalho de início da alfabetização na educação infantil, visando a aproximação da linguagem escrita; • Explorar os gêneros textuais na educação infantil; • Desenvolver sequências didáticas a partir dos gêneros textuais.
Contação de Histórias da Tradição Oral
• A contação de histórias: antigas e novas formas da narrativa oral; • Intercâmbio de experiências na contação de histórias; • Folguedos, brincantes e a contação de histórias.
A Exploração do Meio Natural na Educação Infantil: Despertando a Curiosidade da Criança
• Como despertar mais a curiosidade das crianças; • Fazendo experiências com as crianças; • Despertando a iniciação científica; • Resolução de problemas e as perguntas instigantes.
O Vínculo Afetivo na Primeira Infância: Interação Professor-criança, Família-criança, Criança-criança
• A importância do vínculo afetivo dos adultos com a criança; • As emoções e a auto regulação; • A inteligência social; • Agressividade da criança da Educação Infantil.
Desligue o Celular, a Televisão e Brinque mais!
• Os efeitos nocivos do excesso das mídias na vida da criança; • A criança inativa; • Quando os adultos preferem as mídias ao invés do brincar; • O comportamento das crianças sedentárias; • Por que brincar é melhor do que ficar passivo diante da televisão.
O Movimento Corporal na Educação Infantil
• O desenvolvimento físico das crianças; • As habilidades necessárias a serem desenvolvidas na infância; • Práticas educativas que movimentam o corpo da criança; • Consciência corporal.
Oficina de Brinquedos e Brincadeiras
• Reflexão sobre o direito da criança brincar na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental; • As habilidades necessárias a serem desenvolvidas na infância por meio do brincar; • Confecção de alguns brinquedos utilizando materiais simples e/ou reciclados; • Fazer, pensar e brincar: brincar se aprende brincando.
Imaginário, Oralidade e Escrita: Como Ler, Ouvir e Contar Histórias - Anderson Novello e Regina Shudo
Dada a importância de melhorar os índices de leitura no cenário nacional, esse curso foi concebidopara professores da Educação Infantil e séries iniciais que queiram melhorar seu desempenho na arte de ler, ouvir e contar histórias. São apresentadas técnicas e estratégias que podem ser adaptadas a diferentes realidades, com vistas no desenvolvimento do imaginário, da oralidade e da escrita. A carga horária desse curso pode ser adaptada para duas propostas: 1) 10 horas (8h presenciais + 2h a distância) 2) 20 horas (16h presenciais + 4h a distância) Os principais tópicos abordados são: • Critérios para a seleção de livros e histórias; • Estudo da história escolhida; • Recursos expressivos (corpo e voz); • Estratégias; • Técnicas; • Adereços.