Lucilia Panisset

Professora

Educadora, com cinco décadas de experiência profissional, tanto como professora como em coordenação de áreas e cursos, da Educação Básica a grupos de Pós-Graduação, a Profa. Lucília Panisset é Doutora em Engenharia e Gestão do Conhecimento e Mestre em Engenharia de Produção de Mídia e Tecnologia, com ênfase em Psicologia das Organizações, pela na Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. Especialista em Linguística Aplicada ao Ensino de Inglês, em Neuropsicologia e em Psicopedagogia, é também Bacharel Licenciada em Letras (Português/Inglês). A pesquisadora Lucília Panisset, formada em Nuevos Aportes de la Psicopedagogia Clinica Ante El Diagnóstico de ADD/ADHA, na Escuela Psicopedagogígica de Buenos Aires/Argentina, e em Programação Neurolinguística, pela International Neurolinguistics Programming Trainers Association, de Londres, credenciada pelo Irlen Institute, como Avaliadora da Síndrome de Irlen e uso do Método de Correção é membro da AssociaçãoBrasileira do Déficit de Atenção (ABDA), da Associação Brasileira de Dislexia (ABD), da Sociedade Brasileira de Linguística Aplicada (SBLA), da Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (SBGC), da International Dyslexia Association (IDA) e da Children and Adult with Attention Deficit Disorder Association (CHADD), entre outras organizações profissionais nacionais e estrangeiras. Atualmente, é a coordenadora acadêmica do Curso de Pós-Graduação em Gestão do Conhecimento e Neuroeducação, da Faculdade Batista de Minas Gerais, professora do Curso de Administração da Faculdade Pitágoras e palestrante em organizações educacionais e empresariais de renome em todo o país. Como sócia diretora de A Prática do Conhecimento Consultoria Ltda., dedica-se à formação contínua de profissionais de educação e saúde e atua em projetos especiais como tradutora e intérprete de língua inglesa. Suas principais características são a dedicação à própria capacitação contínua, de modo que possa contribuir com a Educação brasileira de forma competente, buscando, em seu perfil de liderança, dinamismo, bom relacionamento pessoal e pensamento sistêmico, as habilidades necessárias para adaptar-se a novos grupos/ambientes e desenvolver equilíbrio entre qualificação, atualização científica e sua prática pedagógica.

O que eu Gostaria de Ter Aprendido Antes de me Tornar Professora...
Sabemos que aprender é fazer conexões no cérebro. Mas apenas saber isso não é o suficiente… Por isso, professores, coordenadores e diretores buscam descobrir quais são as competências para que o ensino favoreça a aprendizagem e se perguntam: O que tem sido descoberto? Quais as contribuições das neurociências para o ensinar e o aprender? Como esses estudos podem ajudar os educadores? Nesta palestra, todos estão convidados para descobrir respostas para essas questões, inclusive as variáveis críticas no processo do ensino para a aprendizagem e o papel do equilíbrio biopsicossocial e das boas relações professor aluno para o bom desenvolvimento das competências para ensinar e aprender.
Competência Pedagógica em Tempos de Educação Inclusiva: Dificuldades Visíveis, Transtornos Invisíveis e Perspectivas para a Educação
Neste encontro, pretendemos discutir conceitos de inclusão através dos tempos, para podermos ter mais segurança ao responder questões como “O que é uma escola inclusiva em termos de século XXI?”. Vamos refletir sobre os pensamentos sobre inclusão na atualidade e sobre o papel das escolas, dos docentes e das famílias, diante das pesquisas sobre necessidades especiais invisíveis (em especial, dislexia, discalculia e TDAH). O foco será não somente nosalunos com déficits, mas também naqueles com altas habilidades/superdotação.
Problemas na Escola: Distúrbio, Transtorno ou Dificuldade?
Aprender é um processo pelo qual o comportamento se modifica em consequência da experiência. E, para que a aprendizagem aconteça, é necessário haver integridades básicas dos aspectos psicoemocionais, do sistema nervoso periférico e do sistema nervoso central. Se uma ou mais funções estão comprometidas, crianças, adolescentes ou adultos apresentam desempenho acadêmico abaixo do esperado e, por isso, são comumente rotulados como pessoas com problemas para aprender. No entanto, em tempos quando profissionais de saúde e educação já têm à sua disposição os conhecimentos gerados pelas 2 neurociências, não é mais possível continuarmos a fazer tal generalização. este encontro, vamos apresentar as diferenças entre distúrbio, transtorno e dificuldade, o que acontece com base não só na região cerebral afetada e na função comprometida como também nos problemas resultantes. Afinal, intervenções precisas só podem ser realizadas se, a partir dos sintomas observados, forem feitos diagnósticos corretos.
Disciplina Tem Mesmo que Ser Tããão Difícil?...
Considerando o fato de que um bom manejo de classe é essencial para a aprendizagem, esta palestra pretende discutir as condições mais importantes na prevenção de problemas de comportamento em aula. O objetivo é capacitar educadores para que possam lidar com atitudes negativas na escola, de modo que o ambiente de trabalho favoreça o sucesso, possibilitando a identificação dos motivos para mau comportamento em aula e sugerindo procedimentos que facilitem o manejo de classe.
Adolescentes São Um Barato! (Desde que se saiba o que está acontecendo com eles...)
• PUBERDADE X ADOLESCÊNCIA. • Adolescer no século XXI. • Adolescentes e família. • Dificuldades específicas de aprendizagem e inclusão de adolescentes na escola.
Discalculia: Transtorno de Aprendizagem da Matemática ou Dificuldade Escolar?
Distúrbio X Transtorno X Dificuldade de aprendizagem. Definição de discalculia. Características gerais. Causas. Fatores que interferem na aprendizagem matemática. Os processos lógico-matemáticos. Problemas mais frequentes na discalculia escolar. Classificação das dificuldades. Complicações do quadro discalcúlico. O papel da escola no acolhimento de pessoas com tal perfil. O papel do professor junto aos alunos com discalculia: como ajudar.
Hiperatividade: um caso especial de dificuldades pessoais e de aprendizagem
A palestra discutirá as mais recentes descobertas neuropsicológicas sobre Distúrbio do Déficit de Atenção e Hiperatividade e suas implicações para a prática pedagógica em sala de aula e como orientadora da ação familiar. Os participantes serão orientados de modo que possam reconhecer, encaminhar para avaliação e ajudar os indivíduos com características do TDAH, facilitando o desenvolvimento da autoestima de forma positiva, um grande facilitador da aprendizagem.
Avaliação: Atestado de Óbito ou Certidão de Nascimento?
• Discutir as diferenças entre o que é teste, prova, exame, verificação e avaliação; • Oferecer alternativas variadas para avaliação; • Rever técnicas sobre elaboração de questões; • Praticar elaboração de instrumentos de verificação.
Bullying: quando a brincadeira não tem graça...
O mundo tem assistido à escalada trágica da violência nas escolas, por isso o bullying (provocações, insultos e agressões ‘gratuitas’) é um assunto muito importante a ser discutido por educadores. Mais do que nunca, professores e administradores precisam estar empenhados em criar um ambiente emocional e fisicamente seguro para os alunos. Neste encontro, vamos discutir como identificar e lidar com estas situações e apresentar estratégias para que os próprios alunos se organizem para oferecer suporte aos colegas vitimados pelo bullying e contribuir para a diminuição desse problema escolar de impacto social.
É Moderno Trabalhar Com Projeto . Mas... E Aí?...
Os participantes serão convidados para uma caminhada pela história teórico-prática da Pedagogia de Projetos, com uma parada renovadora nas reflexões sobre a relevância educacional da sua utilização no desenvolvimento de cidadãos aptos para conviver com as demandas da sociedade do século XXI. Discutiremos seus objetivos, as características do trabalho com Pedagogia de Projetos e suas fases e as alternativas para avaliação de projetos.
Que História de Vida Estou Escrevendo para mim e para meus Alunos?
Há indivíduos que vivem do drama, outras pessoas são uma comédia; muitas curtem aventuras, algumas sobrevivem no terror, se alimentam do faz-de conta, etc… Seja qual for o gênero da sua vida hoje, você tem poder para moldar seu destino e o dos que convivem com você, de modo que possamos ser para conviver. Neste encontro, vamos discutir ferramentas para o desenvolvimento de habilidades sociais que tornem a vida real mais prazerosa e, consequentemente, proveitosa.
As Crianças de Hoje: Agentes de Mudança, Ativistas que Enxergam Longe.
Hoje é comum ouvirmos pais, avós, educadores e terapeutas dizerem a mesma coisa: “As crianças de hoje sabem mais do que nós…”. E eles estão certos: SABEM MESMO! Em razão do seu desenvolvimento em um mundo em constante e rápida transformação, elas têm pouca paciência para processar informações ou para entender por que leva tanto tempo para ser alguém no mundo adulto. Reconhecer que, da mesma forma que o adulto, uma criança, possui uma personalidade individual e aceitar que as suas habilidades naturais são diferentes das nossas podem nos ajudar a entender melhor as suas ações e reações, contribuindo para seu desenvolvimento sadio e total. Uma vez que ela aprende através da observação, a maneira como amor e compreensão forem demonstrados será diretamente proporcional ao modo como ela agirá com os outros Observando-as atentamente, perceberemos que as crianças dizem muito sobre si mesmas através das suas ações e isso é ótimo para conseguirmos compreendê-las melhor. Afinal, quanto melhor você compreender os seus alunos ou filhos e orientá-los, melhores adultos eles se tornarão.
TV, Internet e Outros´Bichos´ Mais: Influência das Novas Tecnologias na Vida de Crianças e Adolescentes.
O acesso ao mundo informatizado tornou-se o símbolo máximo da modernidade. As crianças são iniciadas cada vez mais cedo no universo dos computadores, da internet. Aqui, nosso intuito é a reflexão sobre esse assunto tão polêmico e importante para os dias atuais, levantando as seguintes questões: Que consequências poderão advir desse processo de ´tecnologização`? Qual a influência que a T V, o computador e os jogos eletrônicos exercem sobre as crianças e os adolescentes? A TV induz mesmo à passividade e à violência? E… Qual o impacto dos meios eletrônicos sobre a educação?
Síndrome Do Burn-Out: Cuidado, Professor!
Maslach e Leiter (1999) caracterizam este problema em três dimensões: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal. O reflexo disto é falta de energia, sentimento, relações interpessoais com insensibilidade emocional, autoavaliação negativa e falta de motivação para o trabalho. Na vida pessoal e em contexto de sala de aula, um desastre! Nossa intenção é orientar quanto ao que pode causar a Síndrome da Exaustão nos docentes e como cuidar para evitá-la, garantindo a saúde dos docentes e o bom desempenho da própria escola.
Método Irlen: uma Esperança para Quem Tem Dificuldades de Leitura e Compreensão.
Estima-se que 85% de todo o aprendizado dependa das informações recebidas através do sistema visual. E relevantes pesquisas internacionais mostram que 46% das pessoas com problemas de leitura, dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção e dificuldades de aprendizagem são portadoras da Síndrome de Irlen, uma desorganização no processamento cerebral das informações recebidas pelo sistema visual. Esse problema afeta pessoas de todas as idades, com inteligência normal ou superior à média, e está relacionada à manutenção da atenção, compreensão, memorização e à atividade ocular durante a leitura, levando a um déficit de aprendizado. Nesta palestra, pretendemos apresentar os conceitos, expor a teoria e discutir a prática do Método Irlen, que pode ajudar a compensar a deficiência da percepção na leitura e otimizar os resultados de aprendizagem de crianças, jovens e adultos.