Júlio Furtado

Professor

Professor, pedagogo e psicólogo. Mestre e Doutor em Educação com 40 anos de atuação em escolas e universidades. Realiza formação de professores e gestores educacionais em todo o Brasil há 30 anos. Exerce a docência na Educação Básica e no Ensino Superior há 40 anos. Atualmente, dedica-se à formação de gestores escolares e professores já tendo atuado em mais de 900 cidades brasileiras. Já desenvolveu trabalhos no Chile, na Argentina e no Uruguai. É ex-reitor universitário e autor de diversos livros, dentre eles Aprendizagem Significativa, Professor: vida, morte e ressurreição e Vínculos e aprendizagem, além de colunista em diversas revistas e jornais.

A BNCC na prática: desafios e possibilidades
O que é a BNCC. Parâmetros, Diretrizes e Base curricular. BNCC e currículo. Impactos da BNCC na prática. Principais desafios para o professor. O desenvolvimento de competências. As competências socioemocionais. Como desenvolvê-las através do currículo.
A gestão da sala de aula: construindo caminhos para uma aprendizagem significativa
Gestão da relação interpessoal: O que sei sobre eles? Criação de vínculos (olhar); Gestão da conduta: A quem cabe? Os pré-requisitos não estão prontos. Regras e princípios. Regras morais e regras convencionais. Disciplina e incivilidade. Gestão da aprendizagem: O sentido do conteúdo para o professor. A crença de como se aprende. Do sentido ao significado. Mediação da aprendizagem. Ensinar conteúdos X desenvolver competências. Avaliar para garantir a aprendizagem.
O desenvolvimento de competências socioemocionais na escola
De onde vem tudo isso? O conceito de competências socioemocionais. O Big Five como possibilidade de classificação das CSE. Aprendizagem vivencial e desenvolvimento das CSE. A mudança de paradigma da escola. CSE e currículo: uma associação possível.
A construção de vínculos na sala de aula
O olhar inclusivo. Os componentes do “amor pedagógico”. Vínculos e alteridade. Aprendizagem e interação social. A mediação relacional na sala de aula.
As “desaprendizagens” do professor
A palestra faz uma reflexão a respeito da prática docente, a partir do discurso da mudança versus a prática da continuidade. Partindo de uma rápida descrição sobre o contexto da aprendizagem e da mudança de hábitos, faz se um relato dos principais comportamentos que dificultam uma prática real do “aprender a aprender” e, por isso, precisam ser “desaprendidos” pelo professor.
Entender como se aprende para aprender como se ensina
Os processos psicológicos da Aprendizagem. As contribuições da Neurociência. Leitura de mundo, Mediação e Aprendizagem. A reconstrução do conhecimento. Etapas para uma aprendizagem eficaz.
O desafio de promover a aprendizagem significativa em sala de aula
A palestra reforça a noção de Aprendizagem Significativa, abordando as seguintes questões:Conceito e mecanismos da aprendizagem significativa;A estrutura “arquivística” X a estrutura de rede do cérebro humano e suas consequências na sala de aula;A necessidade e as características da sociointeração entre professor e aluno;As três etapas de uma aula significativa.
O desafio de promover a aprendizagem e a avaliação significativas
A imutabilidade do conceito de avaliar ao longo dos anos. O conceito de avaliação significativa. As três etapas da avaliação significativa. O conceito de Aprendizagem significativa. Como o cérebro cria sentido. A diferença entre sentido e significado. O professor como facilitador da transformação do sentido em significado. A avaliação como mediação da aprendizagem. A questão da nota e da média.
Avaliando o desenvolvimento de competências em sala de aula
O sentido de desenvolver competências. Ensinar conteúdos X desenvolver competências. Competências docentes e competências discentes. A especificidade da avaliação de competências. Desdobrando competências em evidências.
Afinal, quem manda aqui?! Poder e liderança na sala de aula
Poder, liderança e suas inter-relações. Os tipos de poder e suas consequências. Liderança e motivação. Tendências atuais em liderança. A liderança na sala de aula e seus efeitos na aprendizagem. Que processos o professor lidera? Professor: líder servidor? Como liderar para favorecer uma aprendizagem significativa?
Pedagogia de projetos: um convite a novas descobertas
A transição do paradigma comportamental para o paradigma dialogal e as crenças limitantes que emperram o processo. O conceito de Projeto e sua relação com a aprendizagem significativa. As etapas da promoção de uma aprendizagem significativa e as etapas de confecção de um projeto de trabalho. Etapas da elaboração e construção coletiva de um Projeto de Trabalho. A questão da Interdisciplinaridade. O Pensamento Complexo e o trabalho com projetos. A atitude do professor diante do trabalho com projetos. Exemplos práticos.
Currículo e Avaliação – refazendo modelos para a escola do futuro
A sociedade, a escola 1.0, 2.0 e 3.0. Preocupações da sociedade e da escola do nosso tempo. A Sociedade 3.0: o que virá por aí? A horizontalização do conhecimento e o enfraquecimento da propriedade intelectual. A evolução dos paradigmas de Educação e as características da Escola 3.0. O currículo e suas dimensões. Barreiras à consolidação de um currículo 3.0. Os caminhos da Avaliação da aprendizagem na escola do futuro. A evolução dos paradigmas de avaliação. Avaliação Integradora: é assim que será. As etapas da Avaliação Integradora. Os componentes da Avaliação Integradora e a postura do educador nesse contexto. Os guias de estudo e as atitudes recomendáveis.
Mudanças na Avaliação da Aprendizagem: necessidades e resistências
As origens do modelo de avaliação que conhecemos e praticamos. As diferentes concepções de Avaliação ao longo do tempo. O conceito de Avaliação coerente com uma postura construtiva. As contradições entre Avaliar e Constatar. Avaliar X dar notas. Avaliação como resultante de um compromisso social. As principais resistências. Dicas para uma Avaliação mais coerente.
Avaliação Significativa: construindo caminhos em parceria com a aprendizagem
O processo da aprendizagem significativa e a construção de sentido. O sentido natural da avaliação. Avaliação na vida e avaliação na escola. Avaliação superficial e Avaliação Significativa. Avaliação como estratégia de mediação da aprendizagem.
O papel dos pais em tempos de crise
A disciplina do medo e o medo da disciplina. A origem das dificuldades para impor limites. Proteger X Cuidar. Autoconhecimento como pré-requisito para educar. O estímulo ao desenvolvimento da autoestima. A importância de ensinar a lidar com as emoções e com a realidade. As habilidades que serão necessárias para a sobrevivência num futuro próximo. A Educação da vontade.
Mediação da Aprendizagem no Ensino Superior: desafios e possibilidades
O sentido da mediação da aprendizagem no Ensino Superior. A tríade Professor – Aluno – Conhecimento no processo de mediação de aprendizagem.O processo da Aprendizagem Significativa.A estrutura de uma aula significativa.Algumas estratégias recomendadas para o Ensino Superior.
Escola e diversidade: o discurso da prática e a prática do discurso
O discurso da diversidade X a prática da homogeneidade. As barreiras da dimensão institucional. A escola como instituição “homogeneizadora”. As barreiras da dimensão subjetiva. O professor como pessoa e suas limitações. As identificações com a maioria e com as minorias. O direito à aprendizagem e a diversidade de formas de aprender. Algumas ações possíveis.
A pedagogia do erro: errar não é o contrário de acertar
O erro e a avaliação da aprendizagem. O conceito de erro produtivo. Os diferentes tipos de erro e a atitude do professor. A postura do professor diante do erro.
Programação Neurolinguística e Educação
O surgimento da PNL: histórico e conceito. Os pressupostos da PNL. Os sistemas representacionais e sua importância na sala de aula. O Rapport como técnica em sala de aula. A definição prévia do aluno. O uso de feedback eficazes. O uso de âncoras em sala de aula. Algumas dicas atitudinais. Algumas dicas linguísticas.
O processo da aprendizagem compartilhada e a construção de sentidos
De que formas aprendemos? As características do ensino intencional. As crenças de quem ensina e a mediação da aprendizagem. Sentido e significado. A função da linguagem e da negociação de sentidos na construção de significados. A aprendizagem compartilhada e a interação social.
Conteúdos e competências na sala de aula: o que sai e o que fica?
Retrata o desafio do professor de trabalhar as competências em sala de aula. Qual o lugar dos conteúdos. Estamos diante de palavras opostas? Como construir o trabalho por competências em sala de aula?
Professor: vida, morte e ressurreição
Vida: o perigo iminente da morte manifesto através da postura desmotivada, da abdicação e somatização comum à categoria. Morte: o risco de “suicídio profissional” presente em algumas atitudes. A necessidade de encarar a auto superação. Ressurreição: a reinvenção da ação docente na metodologia, na avaliação e na formação continuada.
O processo da aprendizagem compartilhada e a construção de sentidos
De que formas aprendemos? As características do ensino intencional. As crenças de quem ensina e a mediação da aprendizagem. Sentido e significado. A função da linguagem e da negociação de sentidos na construção de significados. A aprendizagem compartilhada e a interação social.
Professando o quê, Professor?!
Professor não é mais aquele que professa a verdade, mas aquele que confessa o não-saber, abraça o compromisso de se reinventar e adota uma postura de aprendiz. A postura de vir-a-ser é essencial nesse processo, pois permite o vir-a-ser do aluno e colabora para o fazer crescer. Os perigos invisíveis da abdicação e da somatização e os cuidados necessários. Os elementos que colaboraram para o enfraquecimento da identidade do professor nas últimas décadas. Os desafios da pós-modernidade e alguns caminhos para a superação. As atitudes que constroem ânimo para o trabalho. A leitura de mundo e a mediação da aprendizagem. Uma sugestão de caminho: as fases de uma aula significativa.
A pedagogia do erro: errar não é o contrário de acertar
O erro e a avaliação da aprendizagem. O conceito de erro produtivo. Os diferentes tipos de erro e a atitude do professor. A postura do professor diante do erro.
Programação Neurolinguística e Educação
O surgimento da PNL: histórico e conceito. Os pressupostos da PNL. Os sistemas representacionais e sua importância na sala de aula. O Rapport como técnica em sala de aula. A definição prévia do aluno. O uso de feedback eficazes. O uso de âncoras em sala de aula. Algumas dicas atitudinais. Algumas dicas linguísticas.
O processo da aprendizagem compartilhada e a construção de sentidos
De que formas aprendemos? As características do ensino intencional. As crenças de quem ensina e a mediação da aprendizagem. Sentido e significado. A função da linguagem e da negociação de sentidos na construção de significados. A aprendizagem compartilhada e a interação social.
Leitura de mundo, empatia e a questão do erro
O processo de leitura da realidade. A subjetividade da percepção. O filtro perceptual e seus componentes. O processo de construção de sentido. A empatia como constructo essencial para a facilitação da aprendizagem. A percepção do “erro” nas representações e respostas. O processo de aprendizagem e a construção de sentido.
Liderança, gestão escolar e pedagógica: o desafio de fazer acontecer
O conceito de poder e seus componentes. Os tipos de poder e suas características. A liderança de habilidades e a liderança de atitudes. O controle deliberativo e a gestão da imagem. O controle homeostático e a gestão da qualidade de vida. A gestão da possibilidade e do autoconhecimento. O ato de gerir: afinal o que é isso? As funções do gestor escolar e as funções do gestor pedagógico. Delegar X abdicar. Os componentes dinâmicos da liderança escolar. A gestão do compromisso e a gestão da motivação docente. A liderança na escola e o imperativo da gestão das atitudes educadoras.
A equipe gestora e o desafio da formação continuada dos professores
O conceito e o sentido da formação continuada de professores. Fatores que justificam e tornam urgente a formação continuada. Os três eixos da FC de professores: o eixo científico, o eixo pedagógico e o eixo pessoal. O papel da equipe gestora com relação à FC de professores. A especificidade da profissão docente. Os temas essenciais a serem trabalhados. A importância de cada modalidade de formação. As fontes de conhecimento. A combinação entre eventos formadores e o cotidiano formador na escola.
Gestão da mudança na escola: desafios e possibilidades
Filosofia e Psicologia da mudança. As fontes de resistências. Logos, Pathos e Ethos. Técnicas de convencimento. Traduzindo diretrizes em conceitos. Como criar consenso na escola. Indo além da avaliação. Visão, missão e slogan. Aprendizagem através da resolução de problemas. Planejando para acontecer.
O Coaching como instrumento de gestão escolar e pedagógica
O conceito de Coaching. As diferentes aplicações do Coaching. Os tipos de Coaching. Técnicas de Coaching aplicáveis na escola. O Gestor Escolar como Coaching de sua equipe.
Diretrizes curriculares e BNCC: construindo os caminhos da Educação Municipal
Etimologia e conceito de currículo. Currículo X BNCC. Por que é importante discutir Currículo? Currículo ou currículos? Contextos de decisão e legitimação curricular. A função social do currículo e a questão da qualidade social. As teorias tradicionais, críticas e pós-críticas de currículo. Diversidade e Currículo. Epistemologia e diversidade. Princípios norteadores da BNCC. A Base Nacional Comum e a Parte Diversificada. O paradigma de avaliação. Contextualização e articulação curricular. O sentido de educar e o papel da escola.
Avaliação do desempenho de professores
De quem é a responsabilidade quando o aluno não aprende? A aprendizagem dos alunos pode ser o único parâmetro de avaliação do desempenho dos professores? A combinação de estratégias. As etapas de uma avaliação coerente. O que avaliar? Como lidar com a resistência? O caminho das experiências bem-sucedidas. Obstáculos. Alguns consensos.
Reestruturação Curricular Segundo a BNCC
• OBJETIVO: Assessorar a equipe da SEMED, gestores escolares e coordenadores pedagógicos na tarefa de readequar o Referencial Municipal Curricular e os Projetos Políticos Pedagógicos das escolas à Base Nacional Comum Curricular. • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O programa se desenvolve através de palestras e minicursos para a equipe gestora e para os professores, variando a carga horária em função do número total de escolas e de professores.
PRODELE – Programa de Desenvolvimento de Líderes Escolares
-Formação Continuada Para Gestores, Coordenadores e Equipe de Liderança em geral • OBJETIVO: Promover o aprimoramento da ação dos líderes escolares de forma que possam garantir resultados efetivos através de suas equipes. • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O Programa tem carga-horária total de quarenta horas que são divididas em08 (oito) encontros de 04 (quatro) horas cada um ou 04 (quatro) encontros de 08 (oito) horas cada acrescido de 8 horas de atividades complementares. A metodologia é expositiva e vivencial.
PRODEP – Programa de Desenvolvimento de Professores
• OBJETIVO: Promover o aprimoramento da ação docente, de forma a garantir resultados efetivos através do trabalho em sala de aula. • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O Programa tem carga-horária total de vinte horas que são divididas em quatro encontros de quatro horas cada acrescidos de quatro horas de atividades complementares. A metodologia é expositiva e vivencial.
PRODES – Programa de Desenvolvimento de Docentes do Ensino Superior
• OBJETIVO: Desenvolver habilidades docentes, visando potencializar a ação acadêmica no nível superior • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O Programa tem carga-horária total de vinte horas que são divididas em quatro encontros de quatro horas cada acrescidos de quatro horas de atividades complementares. A metodologia é expositiva e vivencial.
PRODESE – Programa de Desenvolvimento de Habilidades Socioemocionais
• OBJETIVO: Desenvolver habilidades socioemocionais nos professores da Educação Básica, instrumentalizando-os para desenvolvê-las em seus alunos através de atividades curriculares. • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O PRODESE é desenvolvido através de workshops vivenciais de 4 horas, num total de cinco que totalizam vinte horas presenciais de trabalho.
PROIDEB – Programa de Incrementação do IDEB Municipal
• OBJETIVO: Elevar o rendimento dos alunos de 5º e 9º anos na Prova Brasil. • ESTRUTURA/METODOLOGIA: O Programa consiste numa série de procedimentos didático-pedagógicos a serem desenvolvidos junto aos alunos de 5º e 9º anos em Língua Portuguesa e Matemática, de forma a incrementar o alcance dos descritores da Prova Brasil. O treinamento dos professores tem uma carga-horária de vinte horas.