Cristina Cardoso

Professora

Mestre e Doutora (doutorado sanduíche na Universidade de Limoges, na França) em Educação pela Universidade Federal do Paraná, área de concentração gestão e política educativa. Tem vasta experiência como professora e pedagoga, na coordenação de ensino fundamental (séries iniciais e finais), médio e profissionalizante. Também já coordenou programas de contra-turno no ensino fundamental e foi professora substituta na UFPR, lecionando disciplinas na graduação e na pós-graduação lato sensu na área de Educação (Programa de Especialização Pobreza, desigualdade e educação MEC-UFPR /SECADI), bem como orientando trabalhos de conclusão de curso e monografias. Além do trabalho pedagógico e docente, Cristina Cardoso é autora de capítulos em livros relacionados à participação dos alunos na gestão da escola, o papel do pedagogo na organização do trabalho escolas, projetos nas escolas, papel do pedagogo.

Avaliação como elemento estruturador da Organização do Trabalho Pedagógico Escolar e da sala de aula
A partir de provas e trabalhos, entre outros instrumentos de avaliação do ensino-aprendizagem escolar, esta atividade conduz os professores participantes a refletir sobre a avaliação como estruturadora do trabalho em sala de aula e da organização da escola, à luz das mais relevantes e recentes pesquisas educacionais e das práticas cotidianas da escola.
“Dificuldades de aprendizagem”: alguns elementos para reflexão
Esta atividade visa a instrumentalizar professores(as), coordenadores(as)/pedagogos(as) e diretores(as) das escolas a refletir sobre os discursos em torno da ideia de “dificuldade de aprendizagem”, à luz das categorias capital cultural, meritocracia e segregação escolar, relacionando sempre teoria e prática.
Organização do Trabalho Pedagógico Escolar
A rotina da escola é sempre muito sufocante e repleta de desafios. Este tema propõe-se refletir sobre as possibilidades existentes no interior da rotina escolar, a partir da formação de professores, dos tempos e espaços escolares, com vistas à efetiva aprendizagem dos alunos.
Meritocracia escolar: determinante para segregação escolar
Nesta atividade, apresentam-se e analisam-se dados históricos que impactaram na construção social do conceito de meritocracia na sociedade e na escola básica, por vezes resultando em exclusão, segregação e até em assédio entre os próprios alunos.
Hora atividade: uma possibilidade de formação de professores a partir da prática cotidiana
Conquista histórica, a hora atividade dos professores é um elemento indispensável para qualidade do trabalho escolar, visto que se constitui também em um momento de formação dos(as) professores(as), a partir do seu cotidiano na escola. Nesta atividade, são apresentadas e analisadas teorias que podem subsidiar o trabalho de formação do professor que se propõe a refletir sobre sua atividade em sala de aula.
A participação dos alunos na gestão da Escola Básica
É certo que a escola é feita para os alunos, sujeitos que raramente têm voz no cotidiano do trabalho pedagógico. Todavia, a participação é um aprendizado e é possível de ser realizado desde a pré-escola até o ensino médio. Esse trabalho, quando realizado como parte do processo escolar, desenvolve no aluno maior identificação com a escola, gerando o sentimento de pertencimento, que pode impactar positivamente em maior empenho na vida estudantil.
Gestão democrática na e da Escola Básica
Gestão democrática é uma forma de gerir a escola de maneira que possibilite a participação de professores, pais, alunos, funcionários e transparência de recursos, ações, decisões, práticas valorizadas nas democracias. Esse modelo de gestão representa um importante desafio na efetivação da organização do cotidiano da escola. Para tanto, entre outros conhecimentos, é importante conhecer os modelos de gestão empresarial que são transpostos para a escola e quais os limites e possibilidades de cada um deles.